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20 de julho de 2026Ter ferramentas de segurança contratadas não significa, necessariamente, ter visibilidade sobre os riscos da operação.
É comum encontrar instituições de saúde com firewall, antivírus, monitoramento e outras soluções de segurança já implementadas. Ainda assim, muitas não conseguem responder com precisão onde estão suas maiores exposições ou quais riscos devem ser tratados primeiro.
O que falta, na maioria dos casos, não é tecnologia. É um diagnóstico estruturado que conecta as informações e transforma dados em decisões.
Alguns sinais de que essa avaliação é necessária:
– Existem vulnerabilidades conhecidas, mas não há critérios claros para priorizar a correção.
– A organização possui diversas ferramentas, mas ainda tem pouca visibilidade sobre as ameaças reais.
– Atualizações de segurança acontecem de forma irregular ou sem um processo consistente.
– Mesmo após um Pentest, a percepção de risco continua elevada e faltam direcionamentos para evoluir a postura de segurança.
Quando não existe uma visão integrada do ambiente, a tendência é investir mais, sem necessariamente reduzir os riscos mais críticos.
Na medicina, o diagnóstico vem antes do tratamento. Em cibersegurança, a lógica é a mesma: antes de definir novas soluções ou priorizar investimentos, é preciso entender onde estão as exposições e qual impacto elas representam para o negócio.
Antes de definir novos investimentos em segurança, é preciso conhecer o cenário da operação. A equipe da Prolinx é especialista no assunto, saiba mais aqui!


